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Testemunhos

Testemunhos de Antigos Alunos do Curso Profissional do CMOF

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Bruno Pereira


Curso Profissional de Instrumentista de Sopros e de Percussão – 2013/2016
Licenciatura em Técnologia da Música
Escola Superior de Música de Lisboa

 

“Eu sempre quis ser técnico de som, já tinha o 4ºGrau em Bateria e inicialmente frequentava um Curso de Ciências e Tecnologias. O meu maior receio de mudar de curso era apanhar o ritmo das aulas, porque já tinha começado o Ano Letivo. Já sabia o que era um Curso Profissional e as expectativas eram altas, mas confesso que foi uma escolha difícil mudar de escola, de rotina, de vida e foi difícil adaptar-me, mas os professores foram fundamentais e decisivos nesse aspeto chegando a marcar aulas extra para conseguir apanhar a matéria mais teórica.

Gostei do Curso, do Conservatório de Música, dos professores e colegas. Há muita atividade e dinâmica – tínhamos muitos concertos, íamos a muitos lados (escolas, auditórios,… ).

Aconselho este curso independentemente do instrumento e é importante referir que os professores são excepcionais e hoje em dia me sinto muito à vontade com todos e com a preparação devida para o que aí vem. Ajudou-me imenso a nível musical e sinto tenho maior facilidade nas cadeiras musicais o que é óptimo, é excelente! Cresci a nível intelectual e profissional e este curso ajudou-me a vincar o que realmente quero.

O grau agora torna-se mais exigente e neste Curso Profissional de instrumentista de Sopros e de Percussão somos bem preparados, estudar e aplicar-mo-nos é fundamental. Temos de saber aproveitar todo o curso e o material que este nos dá.

O futuro ainda não é certo do que vou fazer depois desta etapa, mas olho para o meu percurso e sinto que tenho cumprido todos os objetivos até agora.”

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2016-06-01 22.52.59 copyNádia Silva

Curso Profissional de Instrumentista de Cordas e de Tecla – 2013/2016
Licenciatura em Ciências Musicais
Faculdade Nova de Ciências Sociais e Humanas

“Entrei no Curso Profissional na vertente do instrumento piano em 2013, com o objetivo de seguir piano no Ensino Superior, mas ao longo do tempo fui percebendo que não era esse o meu caminho, apesar de adorar o instrumento e de continuar a tocar. Como sempre gostei bastante da parte teórica da música, percebi que, o melhor para mim seria mesmo seguir Ciências Musicais, que é um curso direcionado para a parte teórica da música.

 

No meu segundo ano do curso, fizemos uma visita de estudo à FCSH com a nossa professora de história da música e foi-nos feita uma apresentação do curso de Ciências Musicais e eu fiquei logo interessada no curso e na faculdade. Ao longo do nosso percurso, sempre nos foi dado a conhecer vários áreas da música que poderíamos seguir, sem ser necessariamente a vertente do instrumento. Nesse sentido, após perceber que não era “obrigada” a seguir a vertente de instrumento e de conhecer um vasto leque de áreas da música, comecei a deixar de parte a ideia de seguir piano.

O Conservatório tinha um ambiente muito íntimo porque éramos apenas duas turmas do curso profissional, então éramos todos muito próximos uns dos outros e toda a gente conhecia toda a gente. Quando estávamos a estudar, havia um “trabalho conjunto”, no sentido em que íamos ouvir-nos uns aos outros e dar a nossa opinião, o que era bastante saudável porque dava outro “entusiasmo” para o estudo e acabávamos sempre por tocar nos instrumentos uns dos outros num tom de brincadeira, portanto era um ambiente muito alegre. O que me deixa saudades não foi só no campo das amizades, mas sim também dos professores que sempre fizeram tudo o que podiam para nos ajudar. Os professores que não eram do nosso instrumento, passavam pelas salas onde estávamos a estudar e ajudavam-nos caso fosse necessário. O mesmo para os professores das aulas teóricas que sempre disponibilizaram material extra aula e estavam sempre dispostos para nos tirar dúvidas (mesmo fora das aulas) e muito atentos ao nosso percurso musical. Em relação ao corpo não docente, também nos recebeu ao longo do nosso percurso com bastante carinho. No geral, posso dizer que, fomos tratados com um carinho especial que deixa muita saudade, talvez por termos sido a turma “pioneira” do Curso Profissional de Música.”

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